terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Malditas palavras


Que meus sonhos se encerrem e me sobrevenha o medo acompanhado da insegurança de ser um ser, um ser que na sua mais complexa infinitude de sentir e se estabelecer enquanto um ser que sente, vê e chora. O choro de lágrimas secas, o sonho e seu colorido abstrato e a visão ilusória a qual me deparo diariamente.
Que meus sonhos se encerrem... disse eu uma vez e que embalado pela primeira ressoa a segunda que advém uma terceira.
Que meus sonhos se encerrem...Eis o que evitarei pensar, para que assim tais palavras não sejam mais ditas ou melhor malditas.

Um comentário:

Alerkina disse...

Nossa...
O que ainda me alegra, que me faz querer dizer o que eu penso e talvez permanecer viva, hoje, é a companhia dos meus beija-flores, aqueles que quando eu mais preciso, quando estou mais insegura de mim mesma, aparecem compartilham da minha dor e me consolam com as palavras mudas, com o silêncio e olhar terno!!!!

De todos, talvez o mais sensível ao nivel de interpretar o que se passa aqui dentro, sem pedir grandes explicações é aquele que eu chamo de Fê. O Meu amigo no mais altou e puro sentido da palavra Philia e Agathós...
Não sei, eu viajei agora, mas, viajando ou permanecendo centrada, vc consegue o milagre de me entender, as vezes melhor do que eu mesma...
Te Adoooro!!!